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Edileuza Santos - Entrevista

Edileuza Santos é pesquisadora, professora, bailarina e coreógrafa. Nascida no bairro da Liberdade, em Salvador, o interesse pela dança surgiu na infância ouvindo os discos na vitrola do pai, sobretudo o da africana Miriam Makeba. O interesse se solidifica nas aulas de educação artística no Colégio Duque de Caxias e no encontro com O Grupo Folclórico Exaltação à Bahia. Ao sair da escola tem certeza que quer estudar dança, faz o vestibular na Universidade Federal da Bahia -UFBA, passa, mas não se reconhece no currículo formal da universidade, que não abre espaço para a cultura negra, o que a faz procurar e criar outros espaços dentro da própria faculdade. Em 1983 entra no Grupo Odundê, marco importante na sua trajetória, e depois cria o Núcleo de Estudo da Dança Afro-Brasileira, ambos na UFBA, onde depois se torna professora. Integra o Dance Brasil, sediado em Nova York, mas com base de criação em Salvador, primeiro como bailarina e depois como coreógrafa. Faz residência na Flórida e realiza oficinas e workshops em várias partes do país e no exterior. Realiza trabalhos com crianças e adolescentes, pesquisa a cultura dos orixás e propõe um novo olhar sobre o tambor.


Edileuza Santos participou em agosto da Rede Terreiro Contemporâneo de Dança – 2ª Edição, realizado pela SeráQuê? Cultural, quando ministrou a atividade “Oficina de Dança Negra”. O Centro Cultural Virtual conversou com Edileuza, que fala sobre sua formação, o início da trajetória, as experiências no Colégio Duque de Caxias, a Escola de Dança na UFBA, a cultura negra, o Grupo Odundê, o Núcleo de Estudo da Dança Afro-Brasileira, o Dance Brasil, o tambor, os orixás, a formação das crianças, e muito mais.


É o que você confere aqui nesta entrevista exclusiva.





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