Terreiro Contemporâneo de Dança

3º Encontro REDE Terreiro Contemporâneo de Dança


O Encontro da REDE Terreiro Contemporâneo de Dança é um projeto da Associação SeráQuê? Cultural contemplado pelo PRÊMIO FUNARTE KLAUSS VIANNA 2013. Em sua terceira edição, o principal objetivo desse evento, é reunir gestores, produtores, artistas e articuladores da dança para refletir e confrontar informações; praticar por meio de oficinas, tratados técnicos e estéticos originários das matrizes africanas e afrodescendentes; apreciação artística de espetáculos, performances e filmes relacionados ao conceito Dança Negra.

O evento se dará, entre os dias 30 de setembro e 04 de outubro de 2014, na cidade de Belo Horizonte.  

APRESENTAÇÃO DO PROJETO Terreiro Contemporâneo de Dança - reflexão, prática e troca de informações    

Terreiro Espaço de terra amplo, plano e vazio, onde se cultuam ideias. 
Contemporâneo - Que é do tempo atual; dos homens dos tempos de hoje. 
Dança- Idas e vindas; arte; movimento incessante.   
A ressonância de conversas entre representantes e promotores de Arte apontou para a criação de um circuito de eventos. Uma REDE onde os cruzamentos luminosos das iniciativas de produtores, artistas independentes e pensadores que observam, valorizam e se inspiram na afrodescendência possam difundir pensamentos, práticas e produtos culturais. Em observância a essa demanda surge o movimento batizado de Rede - Terreiro Contemporâneo de Dança. Esse movimento propõe colaborações que promovem foco sobre as danças negras contemporâneas, tradicionais e patrimoniais, com o intuito de gerar visibilidade aos circuitos de eventos para apreciação e reflexão sobre essas experiências artísticas. 
A Rede - Terreiro Contemporâneo de Dança articula ENCONTROS promovendo a difusão de pensamentos, registros e publicações de obras produzidas com base no universo cultural negro-diaspórico e africano. Um evento privilegiado para visualizar a multiplicidade de fazeres, identificados com a produção da dança inspirada nas matrizes africanas no país, explicitando diferentes abordagens; artísticas, educacionais e de pesquisa.   

Fez se um encontro com pessoas da arte, que pensam a partir da arte, com foco na arte para pensar a diversidade da produção de dança, cronologicamente falando, na contemporaneidade no Brasil e o que isso significava. Naquele momento essa conversa ressoou em várias cabeças e corpos. Essa ressonância criou em vários pontos do Brasil a necessidade de se levantar eventos e ações e conectar as iniciativas dessas pessoas no sentido de pensar essa diversidade. Levando em consideração o fato do Brasil ser o segundo país em densidade populacional negra, esse recorte da diversidade e da cultura foi valorizado. Já era um foco e estava sendo discutido no Fórum de Performance Negra e especificamente, as ressonâncias se espalham pelo Brasil no fazer de cada um. Como essa diversidade pode vir a somar na cultura, no fazer e no ler desse tempo contemporâneo no Brasil? A REDE Terreiro se desenvolve neste contexto.

Aqui em Belo Horizonte, a SeráQuê? Cultural, através de um edital, propôs ao Ministério da Cultura  pela Secretaria de Diversidade Cultural, programa Ponto de Cultura, promover um encontro. Este primeiro encontro aconteceu no ano de 2009 no barracão do terreiro de candomblé Ilê Wopô Olojukan. Vieram a Belo Horizonte artistas, pensadores, articuladores culturais de São Paulo, Rio, Belo Horizonte e Espírito Santo. E num processo de roda, onde a circularidade e horizontalidade eram o mote, nós trocamos pensamentos, impressões estéticas, reflexões ao ponto de alimentar aqueles multiplicadores daquela ideia; saindo Brasil a fora dando continuidade a esta história. Pontos luminosos de uma grande rede: aqui em Belo Horizonte, as ações do Festival de Arte Negra, do Coletivo Negraria, do Família de Rua. Em outros estados, na Bahia Elísio Pitta realiza o EIDAN encontro internacional de Dança Negra; no Rio de Janeiro, a Barbot Companhia de Dança, aliás, o espaço deles se chama Associação Terreiro Contemporâneo; a Carmen Luz, também no Rio de Janeiro, fizeram outros eventos, agrupando nomes e dando valor e visibilidade a este segmento da cultura nacional que é a cultura negra. - Depoimento de Rui Moreira em 30/08/2012 no Auditório do Memorial Vale, em Belo Horizonte por ocasião da abertura do segundo Encontro da Rede.   

DANÇAS NEGRAS NO BRASIL CONTEMPORÂNEO 
A diferenciação entre os termos dança negra e dança afro-americana sugerem avaliações construídas entre os espaços da recepção e as estratégias da crítica. Essas considerações gerais nos oferecem a dimensão da diversidade e do problema em perfilar na nossa contemporaneidade as expressões artísticas de dança que dialogam com as matrizes corporais africanas ou afro-brasileiras. O que une estes produtores? Todos estão envolvidos num mesmo estilo de dança? Quais são os pontos comuns neste fazer tão múltiplo que autorize uma identificação comum? Se as danças de matrizes afro percorrem diversos espaços, dos terreiros das comunidades negras aos palcos italianos dos grandes teatros; das vivências de fiéis das religiões afro-brasileiras aos procedimentos coreográficos dos intérpretes criadores contemporâneos qual o interesse em criar redes que conectem expressões tão díspares? De acordo com o tempo histórico e contexto sociopolítico, esta dança já foi nomeada como étnica, folclórica, primitiva, afro-primitiva, afro-brasileira, negra, afrodiaspórica, negra contemporânea, entre outras classificações. A despeito da diversidade de nomes todas essas categorizações conectam-se através de referências compartilhadas que cruzam elementos da história de cada criador, sua formação artística, o reconhecimento de linhagens coreográficas construídas pelas relações com mestres e bailarinos da velha-guarda, sua inserção no campo de produção cultural e seus comprometimentos políticos e sociais.  Ação de extrema importância no momento em que no país estabelece como prioridade procedimentos para os cruzamentos institucionais dos setores Cultura e Educação. No ano de 2004 instituiu se através de  lei, a de numero 10.639, diretrizes curriculares nacionais para que a Educação promova Relações Étnico-Raciais tornando obrigatório o ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana nas escolas, em todos os níveis. Por essa visada, a apreciação e discussão da corporeidade afrodescendente a partir de reconhecimento de uma arte com foco nas culturas negras do planeta constitui se um instrumento para exercitar esta determinação legal. Uma mudança de paradigmas políticos nacionais abriu diálogos entre as culturas e possibilita propor circuitos para difusão das experiências artísticas concentradas nas abordagens da afrodescendência e da africanidade. De um modo geral, essas iniciativas privilegiam os discursos daqueles que estão conectados com uma dimensão do fazer de dança. Estimulam a projeção de referências regionais, legitimando práticas artísticas na história da dança negra brasileira, assim como, esforçam-se por fomentar a produção de novos artistas locais. De um modo geral, esses encontros resultam das articulações políticas de seus próprios produtores, cada vez mais organizados na constituição de estratégias comuns de produção cultural. Seus participantes circulam entre essas agendas, que se constituem como espaço de reflexão e permitem o cotejamento entre os tensionamentos da dança negra na contemporaneidade, pensada por e entre seus próprios produtores. Além de capitalizar visibilidade aos seus integrantes, constituem espaços de autorrepresentação, ao mesmo tempo, que questionam sobre os limites de sua abrangência.   

"O Brasil é um país eminentemente negro. Basta olhar. A população do Brasil é formada de 60 a 70% de descendentes de negro. Descende racialmente do ponto de vista físico, mas principalmente culturalmente. Os modos de ser, a religião, os costumes, a culinária as festas... tudo isso no Brasil têm uma dimensão negra importantíssima... as artes plásticas, a dança... tudo tem uma presença negra muito forte, portanto o Brasil ou se assume como negro ou não é nada! Se você tirar a vertente negra da vida brasileira o Brasil desmorona. Então, portanto a questão negra não é um interesse dos negros; é um interesse do conjunto da sociedade e o interesse do corpo inteiro do país. Portanto tudo que ajuda a nação a assumir seus compromissos com seu lado afro descendente é melhor para a nação - trecho do depoimento de  Gilberto Gil enquanto ministro de estado da Cultura na abertura do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte."       

REDE  - TERREIRO CONTEMPORÂNEO DE DANÇA, UMA AÇÃO CONTINUADA
A 1ª edição ou encontro da REDE  - Terreiro Contemporâneo de Dança foi promovida pela Associação SeráQuê? Cultural, e teve como lugar o barracão do Terreiro de Candomblé - Ilê Wopô Olojukan, casa de Oxóssi, tombada pelo patrimônio histórico, em Belo Horizonte (MG). Teve recursos do Edital para Pequenos Eventos/Prêmio Areté - lançado pela Secretária de Cidadania Cultural dentro do Programa Cultura Viva e apoio do Ministério da Cultura e aconteceu nos dias 28 e 29 de Novembro de 2009. 
O 2ª encontro contou com o patrocínio da LEI FEDERAL de INCENTIVO à CULTURA e PETROBRÁS, a realização do CADON em parceria com a FUNDAÇÃO PALMARES, a idealização e produção da SERÁQUÊ? CULTURAL, com o apoio do CENTRO CULTURAL VIRTUAL  e do MEMORIAL MINAS GERAIS VALE e aconteceu nos dias 29, 30 e 31 de Agosto, 01 e 02 de Setembro de  2012. As aulas, palestras e performances foram transmitidas on line, em tempo real, pelo Centro Cultural Virtual SeráQuê? O 3ª encontro tem caráter intercontinental. A sugestão da programação proposta visa estimular ações que contextualizem e dialoguem de fato com a implementação das diretrizes e bases da educação nacional que têm a obrigatoriedade da temática Historia e Cultura afrobrasileira e africana no currículo da oficial da rede de ensino. O objetivo maior deste encontro é lançar a pedra fundamental para a criação de um núcleo de estudos e pesquisas com formação profissional em arte negra no Brasil. A ESCOLA INTERCONTINENTAL DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL EM ARTES DO BRASIL pretende fomentar as possibilidades de formulações de políticas de intercâmbio no universo das artes. Contamos para o desenvolvimento deste ambicioso projeto, com a anuência e colaboração dos diretores da École des Sables (Escola de Areias) para discutir  as bases para esta escola intercontinental. A École des Sables é um núcleo de formação profissional em dança situada no Senegal, em uma vila de pescadores chamada Toubab Dialaw que foi idealizado e realizado por uma reconhecida personalidade da dança mundial, Germaine Acogny e seu esposo Helmut Vogt. No período de 1977 a 1985 ela foi assistente de Maurice Bejart no projeto Mudra Afrique e em 1994 criou a École des Sables - Centro de formação profissional de Danças Africanas tradicionais e contemporâneas. Este Centro de formação atende a todas as regiões africanas. Acolhe as Áfricas lusófona, francófona, anglófona e hispanófona, cada qual com sua manifestação cultural original, além de manter convênios e intercâmbios com escolas e universidades na Europa, Ásia, América Central, América do Norte e agora também com a América do Sul. Desde o ano de  2005 a Associação SeráQuê? Cultural realiza relações de intercâmbios, artísticos com este núcleo africano. Uma parceria possibilitada através de projetos da Embaixada do Brasil no Senegal.  


DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES

  1.       CICLO DE ACULTURAMENTO GESTUAL                                                                               

OFICINAS      

Dança Moderna Africana - Técnica Acogny 
Ministrante: Germaine Acogny / Senegal  


O ensino de Germaine Acogny é baseado em sua técnica específica de DANÇA AFRICANA moderna, uma síntese de danças tradicionais da África Ocidental (Saara e área florestal) e contemporâneo Danças ocidentais. Esta técnica é absolutamente comparável às técnicas ocidentais, como Graham ou Limon. Ela está relacionada com a ideia de que as danças africanas são um diálogo contínuo com o Cosmos. Ela trabalha com técnicas de improvisação e treina os dançarinos africanos para fazê-los descobrir o seu próprio caminho, transformando suas danças tradicionais em expressões contemporâneas e formas. Em acordo com os músicos, ela se oferece para compartilhar seu universo de "corpo alegre" através de sua técnica baseada na virtuose sensível. Concentrando-se no movimento da coluna que ela considera como a serpente da vida ou da árvore da vida, ela trabalha em: * Contrações, * Ondulações, * Tremulations / vibrações. A maioria de seus movimentos são inspirados pela natureza - plantas ou animais, mas também por elementos da vida cotidiana na África. Eles são precisos e claramente definidos e profundamente relacionados à respiração. Os movimentos da técnica do Acogny são nomeados a partir de imagens naturais simbólicos, como "árvore frondosa", "agua calma". Respiração e aprofundar nas raízes, também são partes importantes dos exercícios. Estes exercícios ajudam a liberar o corpo, senti-lo de forma diferente, para estar profundamente conectado ao chão e sentir melhor a verticalidade. Os movimentos também contribuem para o enriquecimento do vocabulário físico do dançarino. As aulas de Germaine Acogny são divididas em três partes: * O aquecimento, num circulo utilizando a totalidade do espaço (30 minutos) * Abordagem dos diferentes movimentos de sua técnica (30 minutos) - Na posição de pé - No chão * Colocar os diferentes movimentos em uma combinação, em dança (1 hora). Para o mundo da dança ocidental, ela sugere a abrir-se à dança Africana, à força de sua riqueza, como uma fonte de inspiração.      


Nova Dança Negra  
Ministrante: Patrick Acogny / Senegal  


A oficina tem como objetivo, explorar e desenvolver uma compreensão mais profunda dos princípios básicos de dança do Oeste Africano. A primeira hora de aula acontece uma abordagem cinestésica, para sentir e ouvir as respostas do corpo a certos princípios dos movimentos propostos. Estes exercícios são um importante processo de trabalho de Patrick, pois ajustam o corpo a um estilo particular de se mover. Na sequencia, os dançarinos trabalham através de uma série mais complexa de padrões de movimentos para desafiar sua coordenação motora e sensibilidade aos ritmos. Observa-se nesse momento, em um nível mais profundo do sentido do movimento e a musicalidade do dançarino, através da respiração e dilatação do corpo. A última hora é para aprender uma coreografia que permite que os dançarinos encontrem o seu próprio corpo e movimento, expressão e possam sentir a liberdade que a dança através desse estilo de dança contemporânea Africana.   
  

Dança Afro Contemporânea  
Ministrante: Luiz Monteiro / Rio de Janeiro 


Pós graduado em Dança e Consciência Corporal, bailarino, professor e coreógrafo residente da Companhia Rubens Barbot - Teatro de Dança. A partir das Danças Afro Primitiva e Contemporânea, pretende-se apresentar, de modo panorâmico, teórico e prático a pesquisa que vem desenvolvendo sobre Dança Negra Contemporânea baseada, principalmente, na filosofia geradora do trabalho artístico da Cia Rubens Barbot - Teatro de Dança e, de modo singular, o universo de criação do mestre da dança negra nacional Rubens Barbot.      


Roda de Djembe e dança afro-brasileira  
Ministrante: Evandro Passos /Belo Horizonte  


A Roda de Djembê é uma ação implementada em Belo Horizonte, desde 2011, pelo bailarino, coreógrafo Evandro Passos, juntamente com os bailarinos da Associação Sociocultural Bataka. A proposta é reunir pessoas que querem e gostem de tocar Djembê ou outros instrumentos de percussão. Assim, esta proposta é ressaltar a importância do ritmo percussivo em aulas de danças de matriz africana. Evandro Passos, é mestre em artes cênicas pela UNESP, bolsista FORD 2008, diretor da Associação sociocultural BATAKA. Cursou dança no Alvin Ailey School - USA, em 1991 com Katherine Dunham e em 1996 ganhou bolsa da UNESCO/ACHBERG para intercambio na Costa do Marfim - África.      


2.       SEMINÁRIO CONSTRUINDO CAMINHOS      

Roda de conversa 1  
Tema: Gestão: administração de projetos de  intercâmbio cultural 
Discussão sobre mecanismos e financiamento para intercâmbios artísticos culturais.
Debatedores:Fabiano Carneiro (Rede Funarte Ibero Americana), Helmut Vogt (Administrador da École des Sables), Ibrahima  Gaye (Consul Honorário do Senegal), Elísio Pita (Companhia C)    


Roda de conversa 2  
Tema: Didáticas e pedagogias para o ensino das danças negras Pedagogos com larga experiência em formação de dançarinos expõem suas metodologias e reflexões sobre os diversos corpos do atlântico negro.  
Debatedores: Germaine Acogny, Patrick Acogny, Edileusa Santos, Luciane Ramos  
Mediação: Evandro Passos  


Roda de conversa 3  
Tema: Sonoridades das danças negras 
Que sonoridades embalam artistas e pedagogos de dança e de musica, ao ter como foco a diversidade cultural dos fluxos e refluxos África/Diásporas/África?  
Debatedores: Gil Amancio, Ricardo Aleixo, Mamour Bá  
Mediação: Edileusa Santos 


Roda de conversa 4    
Tema: Dança manifestação patrimonial da humanidade. Confluências entre tradição e contemporaneidade. 
Debatedores: Patrick Acogny, Tcharles Avner 
Mediação: Marianna Monteiro  


PROGRAMAÇÃO   

30/09 TERÇA-FEIRA  
/ SESC PALLADIUM /
- 10 às 12h - Roda de apresentação institucional / Cerimônia de Abertura  (programação restrita a convidados)   
Local: Sala de Cinema.   
- 16 às 18h - Exibição do documentário: Cassa Cassa   
Comentários: Germaine Acogny e Patrick Acogny   
Local: Sala de Cinema.   
- 19 às 21h - Roda 1   
Tema: Gestão: administração de projetos de  intercâmbio cultural   
Discussão sobre mecanismos e financiamento para intercâmbios artísticos culturais.   
Debatedores: Fabiano Carneiro (Rede Funarte Ibero Americana), Helmut Vogt (Administrador da École des Sables), Ibrahima  Gaye (Consul Honorário do Senegal)   
Mediação: Rui Moreira   
Local: Sala de Cinema   

01/10 QUARTA-FEIRA 
/ SESC PALLADIUM / 
- 10 às 12h - Oficina: Dança Moderna Africana   
Ministrante: Germaine Acogny   
Local: Sala Multiuso   

/ MEMORIAL MINAS GERAIS VALE / 
- 14h - Tributo à Mercedes Baptista 
Exibição do filme documentário - Balé de Pé no Chão 
Local - Casa da Ópera   

/ SESC PALLADIUM / 
- 15 às 19h - Roda 2   
Tema: Didáticas e pedagogias para o ensino das danças negras   
Pedagogos com larga experiência em formação de dançarinos expõem suas metodologias e reflexões sobre os diversos corpos do atlântico negro.   
Debatedores: Germaine Acogny, Patrick Acogny, Edileusa Santos, Luciane Ramos   
Mediação: Evandro Passos   
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie   
- 20h - Espetáculo AFRO- DiTES / Kaddu JIGEEN ! (Senegal)   
Local: Grande Teatro 

02/10 QUINTA-FEIRA 
/ CORPO ESCOLA DE DANÇA / 
- 09 às 11h - Oficina: Nova Dança Negra   
Ministrante: Patrick Acogny   
Local: Teatro  
- 11 às 13h - Roda 4      
Tema: Dança manifestação patrimonial da humanidade.   
Confluências entre tradição e contemporaneidade.   
Debatedores: Patrick Acogny, Tcharles Avner   
Mediação: Marianna Monteiro   
Local: Sala de exposições   

/ FUNARTE MG / 
- 15 às 17h - Oficina: Dança Afro Contemporânea   
Ministrante: Luiz Monteiro   
Local: Galpão 2   
- 17h30 às 19h30 - Oficina Roda de Djembe   
Ministrante: Evandro Passos   
Local: Circulo Central   

/ MEMORIAL MINAS GERAIS VALE /
- 19h - Tributo à Mercedes Baptista 
Exibição do filme documentário - Balé de Pé no Chão 
Apresentação - Marianna Monteiro 
Local - Casa da Ópera   

/ FUNARTE MG / 
- 20h  - Espetáculo: Definitivo é o Fim    
Rui Moreira Cia. de Danças    
Local: Galpão 4   

03/10 SEXTA-FEIRA 
/ SESC PALLADIUM / 
- 10 às 13h - Roda 3 
Tema: Sonoridades das danças negras Quais sonoridades embalam artistas e pedagogos de dança e de musica, ao ter como foco a diversidade cultural dos fluxos e refluxos África/Diásporas/África? 
Debatedores: Gil Amâncio, Ricardo Aleixo, Mamour Bá 
Mediação: Edileusa Santos 
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie   

/ MEMORIAL MINAS GERAIS VALE / 
- 14h - Tributo à Mercedes Baptista 
Exibição do filme documentário - Balé de Pé no Chão 
Local - Casa da Ópera   

/ SESC PALLADIUM / 
- 16 às 18h - Exibição do documentário: Um Filme de Dança   
Comentários: Carmem Luz   
Local: Cine Teatro de Bolso Júlio Mackenzie   
- 19 às 21h -  construindo caminhos : reflexão (programação restrita a convidados) 
Reunião entre participantes para a escritura de documento institucional sobre o encontro. 
Relatora: Luciene Ramos 
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie   

04/10 SÁBADO   
/ MEMORIAL MINAS GERAIS VALE / 
- 14h - Tributo à Mercedes Baptista 
Exibição do filme documentário - Balé de Pé no Chão 
Local - Casa da Ópera   

/ SESC PALLADIUM / 
- 16 às 18h - Exibição do filme: Esse Amor que nos Consome   
Comentários: Rubens Barbot e Gatto Larsen   
Local: Cine Teatro de Bolso Júlio Mackenzie     

ENDEREÇOS  

/ SESC PALLADIUM / Av. Augusto de Lima, 420 - Centro, Belo Horizonte 
/ FUNARTE MG / Rua Januária 68 -  Floresta - Belo Horizonte 
/ MEMORIAL MINAS GERAIS VALE / Praça da Liberdade - Savassi, Belo Horizonte 
/ CORPO ESCOLA DE DANÇA /  Av. Bandeirantes, 866 Mangabeiras, Belo Horizonte   


Autor / Fonte:Rui Moreira




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